sábado, 18 de abril de 2009

Inaceitável


Não posso deixar de comentar sobre uma notícia lamentável que eu li no site G1

Todas as vezes que eu leio uma notícia sobre crimes ligados a pedofilia fico triste e ao mesmo tempo revoltada.

Veja aqui um trecho da matéria publicada originalmente no site G1:

O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira (17), em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira (13), segundo informações da polícia.

Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sofrido agressões sexuais e morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.

Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima.


Como pode um ser ter coragem de fazer mal a uma criança?

Só podem ser monstro os que fazem isso e não merecem nenhum tipo de misericórdia.
Desculpem-me se eu me sobressalto quando o debate é esse, mas é que não há como explicar um comportamento desse tipo.

Aos nobres políticos deste país fica o recado: Os monstros pedofilos não escolhem suas vítimas. Orem para que seus filhos não sejam vítimas de animais assim e antes que mais crimes aconteçam, tomem logo alguma atitude e façam uma lei nada flexível e sem brechas para esses monstros.

É importante ressaltar que os pedofilos sofrem de um distúrbio que, comprovadamente, não tem cura!

Foto: Reprodução G1

2º Subsolo, a Heresia e o Indiano

Caros, preciso desabafar, fui ao 2º subsolo!

Explico, no elevador da Aleac há uma voz feminina que nos informa o andar no qual estamos e se estamos subindo ou descendo. Outro dia notei que a voz dizia: Primeiro subsolo.

Mas como assim, lá só existe um subsolo!

Na mesma hora eu pensei: "No dia que essa voz disser: Segundo subsolo! Eu me agarro com Deus, porque eu estou certa de que chegamos ao inferno!

Por isso, digo que ontem eu desci ao 2º subsolo quando fui ao show do Aviões do Forró. Não pelo show em si, que foi bom, deu pra dançar e tirar onda. Mas.... O que era aquilo? Só poderia ser o tal do 2º subsolo.

Vi cada figura que valia um post para cada uma delas.

Algumas pareciam que iam a uma formatura, vestidos, maquiagem e saltos (nos quais elas balançavam mais que tudo), outras pareciam que tinha esquecido-se das roupas em casa ou então, usaram uma secadora que encolheu as roupas.

Ainda tinha homens com as vestimentas mais bizarras possíveis. Um que me chamou mais atenção deveria ter por volta de 1,68 metro, mas usava a calça de um homem de estatura alta, tipo 1,85 metro.

E eu pensava: O que não fazemos para agradar o namorado?!? Mas ele mesmo se horrorizou com o cenário apocalíptico, o que me alegrou.

A Heresia


Em meio aquilo tudo só tive uma opção, me divertir e foi o que fiz, liguei o stand by e curti a vibe.

O repertório da banda que fez o pré-show era da época que eu cursei o Ensino Médio e isso dificultava a minha terapia de tentar fazer com que aquilo parecesse mais um dia bacana.

Pra piorar, eis que a banda toca: “Entra na minha casa, entra na minha vida, mexe com minha estrutura, sara todas as feridas”. Isso mesmo uma música que toca nas igrejas evangélicas.

Aquilo me pareceu uma afronta a Deus, principalmente por se tratar de um lugar onde as pessoas estavam bebendo, fumando e cometendo outros pecados que são impróprios para o blog.

Mas como diria a teoria dos pessimistas: Sempre pode piorar, e piorou meus amigos. A banda logo após tocar a música Faz um milagre em mim, essa que eu escrevi um trecho, tocou Maneiras, na qual a letra diz: “Se eu quiser fumar eu fumo, se eu quiser beber eu bebo, pago tudo que consumo com o suor do meu emprego...”.

Isso que eu chamo de HERESIA.

O Indiano

E para encerrar a noite conheci um indiano, sim, sim!
Um rapaz que pisou nos pés da prima do Júnior e que ao notar que tinha machucado a moça abaixou-se limpou os pés dela, igualzinho como vemos na novela da Rede Globo, quando os indianos vêem um parente mais velho e o cumprimentam tocado os pés em sinal de respeito.

Pronto, ganhei minha sexta. Fui para o show na faixa, porque ganhamos ingressos, me diverti vendo e falando bobagens e ainda tive um motivo para postar no blog.
Matei dos coelhos numa cajadada só.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Descontrair



Essa é dedicada aos meus amigos Yuri Marcel, Chrísna Lima, Gilberto Lobo e a Débora Mangrich.

Será que vocês conhecem alguém que já passou por tal situação?

OBS: Tirinha roubada do Jacaré Banguela.
Com os devidos créditos dos autor: Pablo Carranza.

Batendo "barriga"


Eu já tinha ouvido falar em bater perna, mas "bater barriga"...Essa é a primeira vez.

Pois é, mas um portal de entretenimento nacional inventou a nova modalidade de passeio. (Clique na foto)

Segundo o site a atriz levou a barriga para passear.
Bom, eu prefiro mesmo levar meu cérebro para passear por aí e parar de ver essas coisas absurdas que só esses sites são capazes de criar.

A Faixa



A foto da faixa foi tirada por mim em Cruzeiro do Sul. O local onde é vendido o CHURASCO é próximo a Maternidade, na Rua Otavio Muller.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

CPI da Pedofilia

Requerimento da CPI da Pedofilia será apresentado este mês

O deputado estadual Luis Tchê (PMN) adiou para o final deste mês a apresentação do requerimento no qual ele pede o início das investigações sobre a rede de exploração sexual no Acre.

Esperava-se que o parlamentar apresentasse o requerimento que propõe a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia à mesa diretora da Assembléia Legislativa do Acre (Aleac) na terça-feira, 14, mas a assessoria informou que houve uma alteração na data porque o deputado quer sugerir que e investigue outros crimes ligados a exploração sexual de menores.

Luís Tchê sugere que sejam investigados os crimes de exploração sexual e abuso sexual, violência sexual. Para abranger outros tipos de crimes o deputado precisou refazer sua proposta e colher assinaturas novamente.

A assessoria informou que 11 parlamentares assinaram o documento,
De acordo com a assessoria parlamentar de Luís Tchê, o requerimento será apresentado na Aleac no dia 28 de abril.
Segundo a assessoria do parlamentar, o senador Magno Malta (PR-ES), que preside a CPI mista da pedofilia, se mostrou disposto a vir ao Acre para participar da CPI estadual.

Relatório vai detalhar pontos críticos

Além do documento que propõe a criação da CPI, Tchê deverá entregar um relatório à Mesa Diretora da Aleac.

O relatório é constituído por informações sobre onde e como funcionam os pontos de exploração sexual.

O parlamentar tem construído o relatório com base em investigações minuciosas sobre como funciona a exploração sexual no Acre, principalmente na Capital e ainda conta com o apoio da sociedade que está encaminhando denuncias ao gabinete de Luís Tchê.

Órgãos fiscalizadores como o Ministério Público do Estado (MPE), Conselho Tutelar e outros estão encaminhando sugestões e denuncias para que o deputado constitua um requerimento com embasamento.

Após as investigações feitas pelo deputado Luís Tchê caberá aos parlamentares acreanos dizer se são favoráveis ou não a investigação da rede de exploração sexual que a cada ano cresce vertiginosamente no Estado.

domingo, 12 de abril de 2009

Volta


Passei uns dias offline, primeiro porque deu-se a chegada do meu aniversário e portanto, este é o meu primeiro post aos 24 anos.

Ainda estou me adaptando a nova idade, que me assusta muito.

Bom, depois do aniversário veio a Semana Santa e eu estava com viagem marcada para Cruzeiro do Sul.

Depois de 13 anos voltei a Terra dos Nauas e me lembrei de muitas, mas muitas coisas.

Nasci em Rio Branco, mas com pouco mais de um ano de vida fui morar em CZS, naquela época meu pai era funcionário do extinto Banacre e foi transferido pra lá.

Morei em Cruzeiro até os seis anos. Minha infância foi brincando nas ladeiras daquela cidade. Cresci solta igual bichinho no mato.

Depois da separação dos meus pais, eu passava férias em CZS.
Lembro-me que a última vez que eu fui passar férias tinha 11 anos e voltei pra Rio Branco com a munheca "ferrada" depois de levar um empurrão quando brincava de patins na pracinha da Cohab.

Passado os 13 anos sem rever CZS, minha vida mudou muito e a cidade também.

A impressão que tive ao reencontrar a Terra dos Nauas e que éramos velhas companheiras de escola que se reencontravam após anos.

Eu pude ver nela os benefícios e os estragros que os anos lhe causaram e ela, pôde ver em mim a incredulidade e as marcas que o tempo deixaram.

Nosso reencontro chegou a trazer lágrimas aos olhos, a cidade me mostrava que os anos se passaram e algo de muito bom ficou pra trás, a minha infância.

De lá eu trago além da saudade, a certeza de que o próximo retorno será em breve e que será preciso curar as marcas deixadas pelo passado não tão distante.

Visitar o Juruá foi um retorno às minhas raízes e me deixou o recado de que é preciso valorizar o que se tem.

Abençoada seja a Terra dos Nauas.