terça-feira, 19 de outubro de 2010

#Rascunhos

Estou tendo a certeza de que quando o amor não nos torma melhores, certamente nos torna "possíveis".

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Se os sorrisos não são sinceros, as marcas deles somem como desenhos feitos na areia diante de grandes tempestades. 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Amar me liberta



Sofro da estranha mania de amar demasiadamente. 

Sou poeta de mim mesmo.

Rascunhos sobre minha alma.

Não canso de dizer que amo por inteiro, que me entrego de corpo e alma.

Acredito no amor e na devoção.

Dedico-me ao sentimento que me liberta, que me aproxima dos "não-mortais".

Algumas vezes não pratico o desapego e carrego comigo tantos outros amores.

Prefiro agregar. 

Não gosto de desconstruir.

Sempre espero que o alvorecer seja mais belo.

Carrego sonhos comuns dentro de uma caixa, dentro do coração.

Tenho alucinações sobre como será o amanhã.

Aprecio as possibilidades.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O que me importa




Não me importa saber que teu corpo um dia perteceu a outras mãos.

Tampouco me importa que minhas súplicas e sussurros não sejam os únicos que chegaram aos teus ouvidos.

Porque nem diante desses fatos eu desisto da idéia de te entregar a parte mais íntima que tenho cá, junto de mim.

Meu coração, meu corpo, os meus delírios e devaneios. Eles pertencem a ti. Até os sussurros e súplicas mais sinceros são teus.

Agora, o que me importa é o que me transformei nos teus braços. A forma que adquiri ao receber teu amor.

Lado a Lado




Composição: Orlando Morais


Fica assim acertado
Que a gente não separa mais
Coladinho, lado a lado
Juntinho, amarrado
É bom demais...

Fica assim acertado
Que a gente não separa mais
Coladinho, lado a lado
Juntinho, amarrado
É samba, é jazz...

Você fez o meu coração
Sorrir no inverno
Trouxe sorte
Prá minha canção
Amor eterno...(2x)

Eu até já estava
Conformado
No meu canto tristinho
E sofrendo
Mas você me ligou
E foi dizendo
Volta logo amor
Que eu tô morrendo...

Desde então a alegria
Tomou conta
Comecei a chorar
De tão feliz
Minha cabeça até hoje
Anda tonta
Você é tudo que eu quero
Eu tô feliz!...

Fica assim acertado
Que a gente não separa mais
Coladinho, lado a lado
Juntinho, amarrado
É bom demais...

Fica assim acertado
Que a gente não separa mais
Coladinho, lado a lado
Juntinho, amarrado
É samba, é jazz...

Você fez o meu coração
Sorrir no inverno
Trouxe sorte
Prá minha canção
Amor eterno...(2x)

Eu até já estava
Conformado
No meu canto tristinho
E sofrendo
Mas você me ligou
E foi dizendo
Volta logo amor
Que eu tô morrendo...

Desde então a alegria
Tomou conta
Comecei a chorar
De tão feliz
Minha cabeça até hoje
Anda tonta
Você é tudo que eu quero
Eu tô feliz!...

Você é tudo que eu quero
Eu tô feliz!
Você é tudo que eu quero
Eu tô feliz!...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Auto-rascunho

Sou a menina-mulher da pele morena que vive por amor e de amor.
Meu alimento diário é a paixão que me move e me faz levantar todos os dias.
Sem o amor pela vida, pelos meus e pelo que faço na minha profissão mínguo...Morro!
Não sei ser meio.
Sou filha, sou irmã, amiga, menina-mulher, amante, amada e tudo isso sou por inteiro.
Ser pela metade não me pertence.
Vivo das extremidades.
Provo todo instante da delícia e da loucura que é viver com intensidade.

domingo, 1 de agosto de 2010

Nós sabemos

Não é preciso que faça sentido
Há apenas de se amar
Não importa o tempo
Deixa sonhar

Há quem diga que é insanidade
Deixa falar
Nós sabemos que é amar

Traga os teus sonhos
Junta aos meus
Vamos fazer daquele lugar a morada do nosso amor
Não precisa que ninguém saiba

Há quem diga que é insanidade
Deixa falar
Nós sabemos que é amar

Eu sei que caminhei por longa estrada
Mas estou aqui porque que te vi chegar
Não importa o trajeto que ficou pra trás

Limpa a poeira,
Cura as feridas
Deixa onde está

Hoje eu quero te amar,
Amar,
Só te amar

Porque agora sei que vamos fazer daquele lugar a nossa morada
O abrigo dos nossos sonhos
A fortaleza dos que se permitiram recomeçar.

Hoje eu quero te amar,
Amar,
Só te amar.

domingo, 11 de julho de 2010

Marcas da fúria

O céu alaranjado
São manchas de sangue
São marcas da fúria
Até quando, pergunto-me.

Qual o limite do desumano?
Diante do insano
Do desprovido de piedade
Os corpos caem pálidos
As esperanças transformam-se em lágrimas [de sangue]

Da paz que se anseia para a dor que se torna insuportável
A quietude perde-se para angustia e o medo
Resta-nos clamar por Justiça e proteção divina.
Olhar para o céu e acreditar que dele sempre virá o socorro.
Aos ficam o sentimento irreparável
A dor da impotência diante do impiedoso