sábado, 15 de janeiro de 2011

Viver!


Creio que sofro das inquietações típicas dos jovens de 20 e poucos anos.

Tenho pressa em devorar o mundo sem notar que na verdade é ele quem me devora silenciosa e calmamente, como se assim aliviasse as minhas angustias. 

Diante da minha inquietação, o tempo rir. 

A razão ou algo que se aproxime dela me questiona: O que te falta?

Embora eu não goste de responder perguntas - certamente foi por isso que escolhi ser jornalista, assim justifica gostar apenas de questionar – faço uma lista. E constato que tudo que amor, carreira e família caminham tranquilos.

- Mas então, o que te falta? – insiste aquela voz dentro de mim.

Falta eu ganhar o mundo! 

Mas também falta a sensação de quietude e mansidão.

Descubro que me falta a maturidade que se adquire com a longa jornada da vida.

Me recordo daquela senhora idosa que um dia me olhou nos meus olhos e diz:
“Caminha, mas sem essa pressa. Vive cada segundo com essa tua fome de vida! Deixa essa tua inquietação. Tudo que é teu há de vir! Amanhã serás como eu e terá boas histórias para contar aos que tu ama”.

Então, não me esperem. 
Vou ali, viver!

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Nota da blogueira:  Esse texto foi um rascunho um tanto diferente do que sou habituada a postar.
Este não precisa fazer sentido.
Foram frases e palavras que surgiram e eu fui escrevendo durante a madrugada.
Foi publicado porque sinto há alguns dias a necesidade de atualizar esta página.
Os que me conhecem sabem, eu nem sempre faço sentido. rs
É isso!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Backup pessoal

Não sou de falar de meus feitos e [des]feitos, mas é que parece ser lei chegar ao final do ano e avaliar os meses que se passaram.
Impossível não ser clichê com o ano de 2010, mas garanto que vou tentar.
Esse foi ano da minha virada pessoal e profissional.
Coloquei o fim numa história de mais de uma década.
Mudei.
Me reinventei.
Recomecei.
Vivo uma nova vida há seis meses.
Redescobri o valor de amar.
Não trago magoas.
Hoje estou regando sonhos.
Alimento idéias!
Traço projetos.
Nessa última semana decidi fazer um “backup pessoal” – Deletar o passado, deixando espaço para o presente e para o que há de vir.
Minha proposta é guardar apenas o que ficou de aprendizado. E isso não significa dizer que vou guardar apenas coisas boas, pelo contrário. Aprende-se mais nas dificuldades.
Depois que filtrar o aprendizado, o resto vira lixo mental.
Parece tolice apostar todas as fichas, a esperança em um novo amanhecer, mas não custa acreditar.
O que mentalizamos com fé se torna possível, desde que o amor esteja acima de todas as coisas. Ensinamento de Jesus Cristo que sempre é válido.
Para os próximos 12 meses espero viver intensamente.
Quero amar, quero ser amor e compaixão.
Ter saúde e razão nas decisões.
Buscarei a paz e serei mais atenta a minha saúde!
Que 2011 seja um ano muito bom para aqueles que lutam pelos seus ideais sem esquecer de olhar para o próximo!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

#Rascunhos

Estou tendo a certeza de que quando o amor não nos torma melhores, certamente nos torna "possíveis".

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Se os sorrisos não são sinceros, as marcas deles somem como desenhos feitos na areia diante de grandes tempestades. 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Amar me liberta



Sofro da estranha mania de amar demasiadamente. 

Sou poeta de mim mesmo.

Rascunhos sobre minha alma.

Não canso de dizer que amo por inteiro, que me entrego de corpo e alma.

Acredito no amor e na devoção.

Dedico-me ao sentimento que me liberta, que me aproxima dos "não-mortais".

Algumas vezes não pratico o desapego e carrego comigo tantos outros amores.

Prefiro agregar. 

Não gosto de desconstruir.

Sempre espero que o alvorecer seja mais belo.

Carrego sonhos comuns dentro de uma caixa, dentro do coração.

Tenho alucinações sobre como será o amanhã.

Aprecio as possibilidades.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O que me importa




Não me importa saber que teu corpo um dia perteceu a outras mãos.

Tampouco me importa que minhas súplicas e sussurros não sejam os únicos que chegaram aos teus ouvidos.

Porque nem diante desses fatos eu desisto da idéia de te entregar a parte mais íntima que tenho cá, junto de mim.

Meu coração, meu corpo, os meus delírios e devaneios. Eles pertencem a ti. Até os sussurros e súplicas mais sinceros são teus.

Agora, o que me importa é o que me transformei nos teus braços. A forma que adquiri ao receber teu amor.

Lado a Lado




Composição: Orlando Morais


Fica assim acertado
Que a gente não separa mais
Coladinho, lado a lado
Juntinho, amarrado
É bom demais...

Fica assim acertado
Que a gente não separa mais
Coladinho, lado a lado
Juntinho, amarrado
É samba, é jazz...

Você fez o meu coração
Sorrir no inverno
Trouxe sorte
Prá minha canção
Amor eterno...(2x)

Eu até já estava
Conformado
No meu canto tristinho
E sofrendo
Mas você me ligou
E foi dizendo
Volta logo amor
Que eu tô morrendo...

Desde então a alegria
Tomou conta
Comecei a chorar
De tão feliz
Minha cabeça até hoje
Anda tonta
Você é tudo que eu quero
Eu tô feliz!...

Fica assim acertado
Que a gente não separa mais
Coladinho, lado a lado
Juntinho, amarrado
É bom demais...

Fica assim acertado
Que a gente não separa mais
Coladinho, lado a lado
Juntinho, amarrado
É samba, é jazz...

Você fez o meu coração
Sorrir no inverno
Trouxe sorte
Prá minha canção
Amor eterno...(2x)

Eu até já estava
Conformado
No meu canto tristinho
E sofrendo
Mas você me ligou
E foi dizendo
Volta logo amor
Que eu tô morrendo...

Desde então a alegria
Tomou conta
Comecei a chorar
De tão feliz
Minha cabeça até hoje
Anda tonta
Você é tudo que eu quero
Eu tô feliz!...

Você é tudo que eu quero
Eu tô feliz!
Você é tudo que eu quero
Eu tô feliz!...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Auto-rascunho

Sou a menina-mulher da pele morena que vive por amor e de amor.
Meu alimento diário é a paixão que me move e me faz levantar todos os dias.
Sem o amor pela vida, pelos meus e pelo que faço na minha profissão mínguo...Morro!
Não sei ser meio.
Sou filha, sou irmã, amiga, menina-mulher, amante, amada e tudo isso sou por inteiro.
Ser pela metade não me pertence.
Vivo das extremidades.
Provo todo instante da delícia e da loucura que é viver com intensidade.