sexta-feira, 27 de março de 2009

Sutileza


Essa placa foi pintada na parede de uma sapataria, num ponto comercial localizado no Mercado Velho (que foi revitalizado).

Meus amigos de trabalho e eu achamos o pedido tão sutil que decidimos que valeria um registro aqui no blog.

Quem conhecer uma dama que se encaixe nesses requisitos, por favor, peça para ela dirigir-se até a sapataria que fica próxima ao Badate, no estacionamento localizado ao lado da ponte Juscelino Kubitschek.

Coletiva histórica

Hoje no final da manhã chegou às redações de jornalismo a informação de que haveria uma entrevista coletiva na Secretaria Estadual de Segurança Pública.

Durante a coletiva a secretaria de segurança pública, Márcia Regina, falaria sobre um fato que envolveu um policial militar que, num dia de fúria, saiu atirando em cidadãos, na estrada de Porto Acre.

A parte a questão lamentável do qual trataria a coletiva, chamou atenção o fato da assessoria do governo informar que cada jornal teria direito apenas uma pergunta.

Pasmem meus caros, jornalistas teriam direito a apenas uma pergunta. Eu no alto da minha falta de paciência me perguntava se valeria a pena sair da redação para fazer a matéria de uma coletiva na qual nos foi permitido fazer apenas um questionamento. Quem me conhece pode ter chegado a mesma conclusão que eu.

Fiquei me perguntando: Por que ao invés de fazer uma coletiva (na qual só pode se fazer uma pergunta) não fizeram uma nota de esclarecimento onde constasse as respostas básicas do jornalismo, o famoso lead, que traz o quem; que; onde; quando e porque?

Enfim, mas essa história da coletiva de uma pergunta só valeu a nossa sexta-feira.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Tá na hora


Enfim, um parlamentar acreano se manifestou acerca de questões que envolvem pedofilia propos uma investigação relacionada a pratica desse crime aqui no Acre.

O deputado estadual Luís Tchê (PMN), começou a colher assinaturas na quarta-feira, 25, para propor que seja criada uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigará a rede de Pedofilia no Acre.

Mas, como eu sou uma pessoa muito descrente, não com relação aos deputados, mas com realação a investigação de fatos que envolvem tal tema, fico com um pé atrás, mas na torcida para que o projeto emplaque.

Nessa história farei como São Tomé, só vou acreditar quando ver algo sendo realizado.

Contudo, devo deixa explicitado aqui que tiro o chapéu para a coragem de Tchê, que assim como nós cidadãos de bem, está consado de ver crimes relacionados a prática de pedofilia e de exploração sexual infantil serem estampado nas capas de jornais.

Hoje mesmo, assisti a uma matéria na Rede Record que narrava um fato no minímo lamentáveis.

Uma garota de apenas 13 anos tinha dois filhos, que provavelmente, são filhos do tio da garota.

A menina de 13 anos disse que desde os 8 anos sofria abusos sexuais cometidos por um tio.

Como eu sempre afirmo aqui, dizer que isso é sórdido chega a ser lugar-comum.

Já está na hora da sociedade reagir a tamanha violência contra as crianças. Chega de ficar calado e fingir que nada está contecendo.

A pedofilia não escolhe as vítimas, nem a classe social.
Esse é um crime que está presente em todas as esferas sociais.

Espero que a CPI proposta por Tchê aconteça e leve muitos criminosos para a cadeia.

Infelizmente, acredito que faltará espaço nas penitenciárias, porque pelo pouco que sei há muito pedofilos à solta por aí.

Agora, estou na torcida para que a CPI não esbarre na covardia e tão pouco no descaso. Desejo coragem àqueles que aceitarem esse desafio.

Foto: Odair Leal/Agência Aleac

sexta-feira, 20 de março de 2009

Porque o que engorda é a Coca


Muita gente faz dieta de todos os tipos para emagrecer. Uns cortam proteínas, outros carboidratos, mas posso garantir amigos, todas essas dietas estão furadas. Não servem para nada.

Aprendam com a equipe de A Tribuna.

Nosso slogam é: "Porque o que engorda é a Coca-cola"!!!


Por isso, só tomamos Coca Zero!
Reparen na foto que está no canto esquerdo da tela, é a Ana Paula segurando a coca-zero!

Ah, mas não espalhem o nosso segredo.

Deixem nossas crianças em paz


Por: Archibaldo Antunes*

Quando o assunto é pedofilia, não consigo definir o que é pior: se a violência à criança ou a cumplicidade dos adultos ao redor desse crime. Se temos filhos (eu tenho dois, o João Gabriel, de 3 anos, e a Clara, de 11) a questão é ainda mais angustiante – pelo sofrimento que nos causa a simples idéia de que isso lhes possa ocorrer e que, uma vez ocorrendo, haja cumplicidade de adultos dentro ou fora do nosso círculo de convívio.

É difícil crer, por exemplo, que a mãe de Elisabeth, mantida em cárcere privado a maior parte da vida pelo pai, o austríaco Josef Fritzl, não soubesse do que se passava sob o teto em que vivia com o marido, em Amstetten. É claro que isso é possível, mas é pouco crível.

A omissão de parentes e autoridades me parece tão grave quanto o abuso sexual contra crianças. No Acre, suspeita-se que membros do alto escalão do governo petista ignoraram denúncias de estupro cometido pelo secretário Francisco Pianko. A CPI da Pedofilia flagrou a delegada de Catanduva, no interior de São Paulo, avisando um advogado de que iria apreender o computador de um cliente dele. Pode ter melado as investigações.

No mesmo dia em que foi veiculada a denúncia contra o secretário Pianko, a polícia prendia o oficial de Justiça José Alberto Rocha da Silva sob acusação semelhante. Agora a imprensa anuncia que a polícia investiga uma rede de pedofilia na capital.

Tantos casos de uma única vez não significam, necessariamente, que aumentou o número de pedófilos. Pode ser indício, sim, de que cresceram as denúncias e as investigações.

A Organização Mundial de Saúde define a pedofilia como desvio sexual originário na desordem mental e de personalidade de um adulto. Maus tratos (como sugeriu Josef Fritzl em seu depoimento) ou histórico de abuso sexual não são critérios para a formação de uma personalidade pedófila. A ciência não descobriu ainda a causa desse problema, mas a legislação de muitos países sabe o que se tem a fazer com quem molesta crianças.

Tão abjeto quanto a pedofilia, já que todo crime que envolve crianças causa maior comoção na opinião pública, são também os métodos usados pelos agressores contra as pequenas vítimas.

Pedófilos sabem que a desestruturação familiar e a miséria facilitam a abordagem. Suas principais vítimas vêm de uma camada social onde trinta reais é muito dinheiro, e compram a virgindade de uma garotinha de 13 anos – até porque o padrão moral delas não permite compreender que o valor de algumas coisas não pode ser medido monetariamente. Outros são ainda mais desprezíveis (como se esse critério aumentasse o prazer bestial) a ponto de comprar a inocência de meninos e meninas com doces e biscoitos.

No caso do secretário de governo Francisco Pianko, que deve ser tratado como inocente até prova em contrário, o grau de abjeção chega ao paroxismo. Pois seduzir os pais das meninas índias com a promessa de utensílios e bebida alcoólica é digno de explorador do século XVI. Logo ele, que também é índio?

A pedofilia não é um problema apenas da polícia ou de quem tem em casa um filho sexualmente abusado. É de todos aqueles que, a exemplo da advogada Joana Darc, ainda são capazes de se indignar contra a idéia de que numa aldeia indígena, motel ou casa “de família” uma criança possa estar, neste instante, sendo violentada.

Jornalista*


Foto: http://diganaoaerotizacaoinfantil.files.wordpress.com/2007/10/pedofilia-denuncie.jpg

quinta-feira, 19 de março de 2009

De novo?!




Depois dessa é melhor não comentar mais nada.(Clique na imagem)

Não bastasse a Agência Brasil que errou dia desses, agora é a FIFA.

Ah, desculpem mas os acreanos ou acrianos, como queiram, são bairristas e detestam que errem o lugar onde moramos.

Mas a FIFA foi pesado nos erros e até São Paulo, a metrópole brasileira, entrou no forró.

Lamentável!!!


A dica desse post foi da amiga Charlene Carvalho, colunista do Página 20.

Desculpem

Quero primeiro me desculpar com os amigos, é que no post anterior coloquei uma foto do líder indígena Benki, quando na verdade a foto deveria ser de Pianko.

O erro desta repórter foi notado por um leito que deixou um comentário anônimo.

Por isso, quero agradecer ao anônimo por ter chamado a atenção para meu erro.

Muito grata viu leitor anônimo. Não fosse sua observação teria deixado passar esse descuido.